Os Reformadores formularam a doutrina da vocação em resposta à insistência católica romana de que “vocação” ou “chamado” era reservada àqueles que entram no serviço da igreja através do sacerdócio ou de uma ordem monástica. Aqueles que o fizessem renunciariam ao casamento, ao trabalho secular e ao avanço econômico, fazendo votos de celibato, obediência e pobreza.

