Diáspora brasileira missionária espontânea: um olhar missiológico

O pastor L. Roberto Silvado, conhecido líder batista no Brasil, disse certa vez, em uma de suas pregações, que “o que um missionário faz fora do país é, basicamente, o que um crente comum faz aqui, em seu próprio país”. A afirmação aponta para a ideia de que um “crente comum”, ou seja, aquele que não possui títulos eclesiásticos – sobretudo o de pastor ou missionário – é (ou deveria ser) um atuante propagador do evangelho onde quer que esteja, independentemente de onde esteja, seja no trabalho, na faculdade, na comunidade etc. Nessa lógica, podemos pensar, o “crente comum” não é tão “comum” assim, mas extraordinário, já que é um representante de Cristo no mundo (2 Coríntios 5.20)…